Atualmente, muito se fala em cidades inteligentes no Brasil e no mundo. Especificamente nos municípios brasileiros, existe uma dificuldade por parte da gestão municipal em ter ferramentas mais modernas que possam incentivar a expansão destas “cidades inteligentes”. Observamos empreendimentos sendo lançados com este slogan de cidade inteligente, mas a Prefeitura não tem os meios necessários para poder, por exemplo, entender o espaço geográfico no qual o empreendimento foi lançado e quais os recursos precisarão ser gerenciados de forma mais eficiente para garantir o sucesso da região em termos do que é proposto no empreendimento.

Uma das ferramentas mais básicas que falta para muitas prefeituras é uma plataforma que traga inteligência geográfica aos processos de gestão. As ferramentas de geoprocessamento são aliadas fundamentais para que os fundamentos das cidades inteligentes possam ser tratados no âmbito da gestão municipal.

Esta evolução das cidades para um modelo mais inteligente (sustentável e eficiente) é um caminho sem volta. Neste contexto, é necessário que a gestão municipal possa atuar mais ativamente nesta direção com ferramentas mais apropriadas. Sem a modernização da própria gestão municipal, será muito difícil o conceito de cidade inteligente avançar de forma mais efetiva.